Tradução do Pe. Antônio Pereira de Figueiredo (domínio público). Texto digitalizado — em revisão pela paróquia.
1Arfaxad pois, rei dos medos, tinha sujeitado ao seu império muitas nações, e ele edificou uma cidade poderosíssima, a que chamou Ecbátana,
2de pedras cortadas à esquadria: fez os seus muros de setenta côvados de largo, e de trinta côvados de alto, e pôs-lhe torres de cem côvados de altura.
3E na sua quadratura se estendia cada lado no espaço de vinte pés, e fez-lhe as suas portas da mesma altura que as torres:
4E se jactava como poderoso pela força do seu exército, e pela magnificência das suas carroças.
5Porém no ano duodécimo do seu reinado Nabucodonosor rei dos assírios, que reinava na grande cidade de Nínive, fez guerra a Arfaxad, e o venceu
6na grande planície, que se chama de Ragaú, junto do Eufrates, e do Tigre, e do Jadason no campo de Erioc rei dos élicos.
7Então se elevou o reino de Nabucodonosor, e o seu coração se ensoberbeceu: E enviou a todos os que habitavam na Cilícia, e em Damasco, e no Líbano,
8e aos povos que habitam no Carmelo e em Cedar, e aos que habitavam na Galileia no grande campo de Esdrelon,
9e a todos os que viviam em Samaria, e da banda de além do rio Jordão até Jerusalém, e em toda a terra de Jessé, até aos confins da Etiópia.
10A todos estes enviou Nabucodonosor rei dos assírios mensageiros:
11Os quais todos de comum acordo os contradisseram, e os despediram vazios, e os lançaram fora sem honra.
12Então o rei Nabucodonosor, indignado contra toda aquela terra, jurou pelo seu trono e pelo seu reino, que se vingaria de todas estas regiões.
